SAÚDE NO PRATO

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cuzcuz Marroquino

Hoje vamos falar de um alimento muito saboroso e fácil de preparar, além de ser uma ótima substituição para quem não gosta do arroz integral: o Cuzcuz Marroquino.





O cuscuz marroquino vem do oriente médio e é uma massa feita de semolina. Também pode ser encontrado com o nome de semolina em grãos, e é perfeito para substituir o arroz ou quinoa nas refeições. Ele cozinha bem rápido e o seu preparo é apenas a hidratação desses grão secos com água quente por cerca de 5 ou 7 minutos.

O cuscuz é um ótimo aliado para uma alimentação mais saudável, rica em fibras e com baixo teor calórico, e alto teor proteico, assim como a quinoa. É também fonte de potássio, fosforo e selênio.

A preparação do cuscuz é em simples e uma dica é enriquecer ele com legumes, nozes, grãos e temperar e aromatizar com ervas e raspas de limão, e ele pode ser consumido quente ou frio.

Segue abaixo uma receita bem gostosa com este grão.


CUZCUZ MARROQUINO COM CASTANHA DE CAJU
(Cozinha Prática com Rita Lobo)

Ingredientes:
     2 xícaras (chá) de cuscuz marroquino
     2 xícaras (chá) de água
     2 colheres (sopa) de azeite
     1/2 xícara (chá) de castanha de caju
     1/2 xícara (chá) de folhas de salsinha
     1 colher (chá) de sal

Modo de preparo:
        Numa chaleira, leve a água para ferver em fogo alto.
        Enquanto isso, transfira o cuscuz para uma tigela bonita e junte o sal e o azeite.
        Quando a água ferver, regue o cuscuz com ela, misture com um garfo e abafe com um prato.
        Deixe hidratar por cinco minutos.
        Enquanto o cuscuz hidrata, lave e seque as folhas de salsinha e pique fino.
        Fatie rusticamente a castanha de caju.
        Destampe a tigela e solte o cuscuz com um garfo.
        Junte a salsinha e a castanha de caju picada e misture delicadamente.

Sirva a seguir.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Quinoa




E como não poderíamos deixar de lado, hoje vamos falar e aprender um pouquinho sobre a Quinoa. 


Amplamente consumida na região dos Andes, a quinoa é considerada um pseudo cereal. Isto é, ela possui os mesmos nutrientes que os cereais propriamente ditos, como arroz e trigo, mas suas características de plantio e crescimento são diferentes. É um alimento de alto valor biólogo, ou seja, possui todos os aminoácidos essenciais que o nosso corpo precisa para funcionar corretamente, sendo portanto um componente importante na alimentação de quem consome pouca ou nenhuma proteína de origem animal.

Suas quantidades significativas de ômega 3 e 6 são importantes aliados na prevenção de doenças cardiovasculares e redução do colesterol. Ela também ajuda no fortalecimento dos ossos e prevenção de doenças como osteoporose hipertensão, devido a suas quantidades de cálcio.

Além disso, as fibras presentes no grão dão a sensação de saciedade, podendo favorecer o emagrecimento. Ela também é rica em zinco, um nutriente que atua no fortalecimento do sistema imunológico e nos processos de cicatrização. Por fim, também é um grão recomendado para pessoas que possuem doença celíaca, já que não contém glúten.

Abaixo damos uma dica de prato completo com a quinoa:


TABULE DE QUINOA COM LENTILHA

Ingredientes:
- 1 xícara de quinoa em grãos
- 1/2 xícara de lentilhas verdes
- 1 xícara de salsinha picada
- 1 ramo de hortelã picada
- 1 tomate picado
- 1 cebola pequena picada
- Suco de 1 limão
- 1/3 xícara de azeite
- Sal à gosto
- Pimenta do reino à gosto

Modo de Preparo:
Cozinhar as lentilhas por 20 minutos até que estejam macias, mas ainda firmes. Escorrer e reservar.

Cozinhar a quinoa na água e sal por 18 minutos em fogo baixo. Escorrer e reservar. Numa tigela misturar a salsinha e hortelã picadas, o tomate e a cebola. Adicionar a quinoa e a lentilha. Misturar bem e adicionar o suco de limão, o azeite, sal e pimenta.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Gluten




Nestas próximas postagens vamos falar um pouco do gluten. O que é? Engorda? Faz mal? E vamos dar algumas receitinhas bem saborosas sem gluten para quem não pode consumí-lo.


O glúten nada mais é do que uma proteína de tamanho grande, formada por duas proteínas menores chamadas gliadina e glutenina. Ele é encontrado junto ao amido, em cereais como trigo, centeio, cevada e malte. Todos os alimentos derivados desses grãos, como farinha de trigo e cerveja também possuem glúten em sua composição. 

Existe uma doença, chamada doença celíaca onde o indivíduo não pode comer nenhum tipo de alimento que contenha glúten. Indivíduos com essa doença tem uma reação anormal à ingestão de glúten. O corpo acaba liberando substâncias que danificam e atrofiam a parede do intestino delgado.

O glúten não faz mal para pessoas sem a doença celíaca! 

O problema em consumir alimentos que possuem glúten não está nessa proteína em si, mas sim nas outras características desses alimentos. As opções ricas em glúten são bastante energéticas. Como a energia é armazenada no corpo em forma de gordura, o consumo exagerado desses alimentos pode levar ao aumento de peso, obesidade e posteriormente ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares crônicas.

Pessoas não celíacas também podem ter reações ao ingerir esses alimentos, mas relacionadas a outros distúrbios. Muitos na verdade são alérgicos ao trigo, mas associam os sintomas dessa doença, como a urticária, à ingestão de glúten, o que é totalmente incorreto. 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

OS MODISMOS DAS DIETAS

     Ultimamente os superalimentos e os alimentos condenados estão mais em voga do que nunca! São tantos modismos e, como se não bastasse a moda da roupa, do sapato, do cabelo, agora estamos também diante da moda da dieta!

     Todos nós precisamos nos alimentar diariamente para que o corpo possa gerar energia para as suas funções vitais e para as atividades do dia-a-dia. A alimentação sempre esteve presente na vida de todos, mas nunca foi alvo de tanta polêmica como atualmente.

      É fundamental entendermos que cada pessoa é única e que o que faz bem para um, não necessariamente, é o ideal para o outro. Portanto, se alimentar somente de batata doce e frango ou excluir o glúten, a lactose e afins só é a solução para quem tem algum grau de intolerância ou alergia.

      O nosso corpo sempre dá sinais do que não nos faz bem e é muito mais importante estar alerta a estes sinais do que seguir qualquer orientação em massa.

      Na dúvida, opte sempre por alimentos naturais, tais como: verduras, legumes, frutas, cereais (arroz, mandioca, milho, de preferência integrais), grãos (feijões, ervilhas, lentilhas, grão-de-bico, quinoa) e proteínas magras sem excessos. Estes alimentos nunca fizeram mal a pessoas sadias. O que faz mal é o consumo exagerado de alimentos processados, industrializados, com corantes, conservantes e ....

     EQUILÍBRIO e BOM SENSO são a chave para uma alimentação saudável!



     




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Lichia - fruta doce, saborosa e suculenta


A Litchia é uma fruta que cresce em árvores frutíferas. Os frutos produzem em cachos, a casca é rugosa e de cor vermelha e fácil de ser destacada. A polpa é gelatinosa, translúcida, suculenta, não é aderente ao caroço e de excelente sabor.

É encontrada principalmente na China, Índia, Madagascar, Nepal, Bangladesh, Paquistão, sul e centro de Taiwan, ao norte do Vietnã, Indonésia, Tailândia, Filipinas, África do Sul, México e Brasil. A fruta é relativamente nova no Brasil entrando com força no país há cerca de quatro ou cinco anos, em regiões como o interior de São Paulo e de Minas Gerais. 

A palavra “lichia” no idioma chinês significa “aquele que dá os prazeres da vida”. De fato é uma fruta muito saborosa e, atualmente encontramos vários fãs de seu fruto. Enquanto frutas tradicionais como laranjas, bananas e maçãs são frutas cotidianas nas nossas mesas, a lichia, devido à sua sazonalidade, ocupa lugar de destaque no fim de ano dos brasileiros. A produção acontece de novembro e janeiro.

A Lichia é uma boa fonte de vitamina B2 e B6. Além disso é uma excelente fonte de vitamina C, sendo por isso uma fruta antioxidante. E a boa notícia é que tem baixo valor calorico: cerca de 10 unidades da fruta possuem apenas 65kcal e possuem 15g de carboidratos (informação importante para os diabéticos que fazem uso da contagem de carboidratos em seu tratamento).

DICAS PARA UMA BOA COMPRA:
Prefira os frutos in natura, pois conservam melhor os teores de vitamina C. Procure por lichias com a casca íntegra, sem amassados. A recomendação é armazenar em ambiente úmido e de baixas temperaturas, podendo ser guardados na geladeira até cinco semanas.



Fontes: Lichias.com; RG Nutri; Integralle Nutrição.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Você Conhece a Semente de Baru?





     O Baru é uma semente oleaginosa, típica do cerrado brasileiro e praticamente desconhecida na maior parte do Brasil. Seu sabor é semelhante ao do amendoim e da castanha de caju. 

      Sua semente é rica em proteínas, fibras, minerais, além dos ácidos graxos oleico (ômega-9) e linoleico (ômega-6). É altamente rica em ferro e zinco, sendo por este último considerada como afrodisíaco.

        
CUIDADOS NA COMPRA:

  • Verificar a procedência da castanha; 
  • Ficar atento ao tipo de embalagem (de preferência a vácuo); 
  • Observar seu aspecto. Se houver pontos esbranquiçados no meio ou em torno dela, é sinal de que o produto já entrou em contato com fungos e bactérias, o que é extremamente perigoso para a saúde;
  • Só compre se a oleaginosa aparentar estar fresca e com cor uniforme.


CUIDADOS NA CONSERVACÃO:

  • Conservar em potes escuros para evitar a oxidação do ômega-6 e ômega-9;
  • Conservar em local seco e arejado.

CUIDADOS NO CONSUMO:

  • A castanha do Baru nunca deve ser consumida crua, pois possui substâncias antinutricionais, como taninos e fitatos, que são elementos capazes de alterar a biodisponibilidade de nutrientes, como o cálcio, por exemplo. O processo de torragem da castanha inativa essas substâncias, por isso, é importante salientar que só deve ser consumida torrada, para aproveitar todos seus benefícios e não causar nenhum transtorno à saúde.

       Apesar de todas as suas qualidades, o Baru não é ainda intensamente comercializado, sendo muito raro encontrá-lo nas feiras de cidades do Sudeste. É comum, contudo, em feiras-livres e lojas de produtos naturais de Goiás e do Distrito Federal.

        

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A IMPORTÂNCIA DOS PROBIÓTICOS PARA A SAÚDE

As bactérias que habitam o nosso trato gastrintestinal produzem algumas vitaminas, como a vitamina B12, a vitamina K, o ácido fólico e a biotina.

O intestino é o principal ponto de contato do corpo com o meio externo e é onde se encontram cerca de 70% das células de defesa. Por isso manter a flora equilibrada é um dos fatores importantes para a boa saúde.

Fatores como stress, má alimentação, medicamentos, contaminantes de alimentos, aditivos e hormônios interferem na flora intestinal, que pode sofrer algumas alterações ao longo da vida.

Os probióticos são microorganismos vivos que, quando ingeridos em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde. Porém é necessário que seu consumo seja frequente para ajudar na manutenção do seu equilíbrio.

Também é importante que o probiótico seja inserido no alimento  adequado. Produtos lácteos são os preferidos por causa de seu pH e por ser fácil de inserir na dieta para que seu consumo seja frequente.

Porém é fundamental ficarmos atentos aos produtos fonts de probióticos. Nem todos os iogurtes são probióticos! As bactérias que fermentam o iogurte normal não são consideradas probióticas, pois não chegam vivas ao intestino. Para tirar a dúvida, leia os rótulos dos produtos e identifique se eles contêm bifidobactérias ou lactobacilos, os tipos mais comuns de probióticos encontrados nos alimentos.